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Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

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Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Covilhã, Serra da Estrela New

Covilhã, Serra da Estrela

Habituados a ver enfeites nas ruas de Lisboa (e não só), durante os santos populares, encontramos aqui algo que nos era conhecido. Recuamos muitos anos atrás e registamos o pragmatismo popular: Uma rua enfeitada, num dia de sol, com roupa a secar.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Arte Urbana na Covilhã. New

Arte Urbana na Covilhã.

De há uns anos a esta parte que o município da Covilhã disponibiliza as paredes dos seus edifícios para a expressão de arte urbana. a cidade torna-se assim uma sala de exposição permanente a céu aberto. Esta série de fotografias, retrata algumas dessas obras espalhadas pela cidade.

Jardim Visconde da Luz

O Jardim Visconde da Luz com o seu típico Carrossel. Espaço de convívio dos cascalenses bem no centro da Vila.

Praia dos Pescadores

Praia dos Pescadores, formalmente Praia da Ribeira, em dia de sol estival.

Praia dos Pescadores

Praia dos Pescadores, formalmente Praia da Ribeira, em dia de sol estival. Ao fundo as nuvens (aprisionadas) sobre a Serra de Sintra que faz de escudo ao seu avanço, protegendo a vila de Cascais de dias mais cinzentos.

Praia dos Pescadores

Praia dos Pescadores, formalmente Praia da Ribeira, em dia de sol estival.

Centro Cultural de Cascais

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Centro Cultural de Cascais

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Farol de Santa Marta

Farol de Santa Marta, enseada de Santa Marta em Cascais.

Centro Cultural de Cascais

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Centro Cultural de Cascais

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Centro Cultural de Cascais, Antiga Capela do Convento de Nossa Senhora da Piedade

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Centro Cultural de Cascais

Centro Cultural de Cascais, erigido sob as ruinas do antigo convento de Nossa Senhora da Piedade, é sede da Fundação D Luis I, responsável pela gestão e programação do Bairro dos Museus em parceria com a Câmara Municipal de Cascais.

Casa Sommer

Antiga residencia estival de Henrique Sommer. Hoje alberga o Arquivo Municipal de Cascais. Intégra o Bairro dos Museus.