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Vista da Ponte Romana sobre Salamanca

Da Ponte Romana, Sobre o Rio Tormes, uma vista genérica de Salamanca com a Catedral.

Centro Cultural de Cascais

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Centro Cultural de Cascais

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Centro Cultural de Cascais

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Centro Cultural de Cascais

O Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, um edifício secular edificado por iniciativa do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro, que ali pretendia instalar o primeiro Colégio Português de Filosofia, no século XVII.

em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.

A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994. A ala norte foi a primeira a ser concluída e as restantes alas (nascente, sul e poente) alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997.
O Centro Cultural de Cascais abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe de um auditório com capacidade para 144 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior.

Centro Cultural de Cascais

Centro Cultural de Cascais, erigido sob as ruinas do antigo convento de Nossa Senhora da Piedade, é sede da Fundação D Luis I, responsável pela gestão e programação do Bairro dos Museus em parceria com a Câmara Municipal de Cascais.

Casa Sommer

Antiga residencia estival de Henrique Sommer. Hoje alberga o Arquivo Municipal de Cascais. Intégra o Bairro dos Museus.

Casa das Histórias Paula Rego

A Casa das Histórias Paula Rego é um projeto do arquiteto Eduardo Souto de Moura. Retomando, num espírito contemporâneo, alguns aspetos da arquitetura histórica da região, distingue-se de imediato na paisagem por duas estruturas piramidais de igual dimensão e pelo betão pigmentado a vermelho.

Casa das Histórias Paula Rego

A Casa das Histórias Paula Rego é um projeto do arquiteto Eduardo Souto de Moura. Retomando, num espírito contemporâneo, alguns aspetos da arquitetura histórica da região, distingue-se de imediato na paisagem por duas estruturas piramidais de igual dimensão e pelo betão pigmentado a vermelho.

Museu do Mar Rei D. Carlos

O Museu do Mar-Rei D. Carlos foi inaugurado em 7 de junho de 1992 e é um museu dedicado ao mar e à memória das gentes a ele ligadas.

Museu do Mar Rei D. Carlos

O Museu do Mar-Rei D. Carlos foi inaugurado em 7 de junho de 1992 e é um museu dedicado ao mar e à memória das gentes a ele ligadas.

Museu do Mar Rei D. Carlos

O Museu do Mar-Rei D. Carlos foi inaugurado em 7 de junho de 1992 e é um museu dedicado ao mar e à memória das gentes a ele ligadas.

Museu do Mar Rei D. Carlos

O Museu do Mar-Rei D. Carlos foi inaugurado em 7 de junho de 1992 e é um museu dedicado ao mar e à memória das gentes a ele ligadas.

Museu do Mar Rei D. Carlos

O Museu do Mar-Rei D. Carlos foi inaugurado em 7 de junho de 1992 e é um museu dedicado ao mar e à memória das gentes a ele ligadas.

Museu do Mar Rei D. Carlos

O Museu do Mar-Rei D. Carlos foi inaugurado em 7 de junho de 1992 e é um museu dedicado ao mar e à memória das gentes a ele ligadas.

Casa Sommer

A Casa Sommer, antiga residência estival do empresário Henrique Sommer, alberga desde 2016 o Arquivo Histórico Municipal de Cascais e a Livraria Municipal de Cascais

Casa Sommer

A Casa Sommer, antiga residência estival do empresário Henrique Sommer, alberga desde 2016 o Arquivo Histórico Municipal de Cascais e a Livraria Municipal de Cascais.

Escola Monumento D Luis I

Projetada segundo o modelo concebido pelo arquiteto Adães Bermudes, a Escola Monumento D. Luís I foi edificada em 1902. O edifício é constituído por um corpo central quadrangular e por dois corpos laterais simétricos. No corpo central encontrava-se a área de habitação para o professor, dotada de cozinha e quatro divisões, uma das quais com comunicação às salas de aula, que se desenvolviam nos corpos laterais e também dispunham de áreas de acolhimento e vestiários. O alçado tardoz é alpendrado, permitindo uma área de recreio coberto e o acesso às instalações sanitárias.
Na fachada principal, a entrada para as salas de aula é assinalada por um pórtico coroado por uma sineira retangular em pedra. Junto ao beirado desenvolve-se uma interessante linha de azulejos Arte Nova, com motivos florais em azul, branco, verde e amarelo que, em conjunto com os azulejos branco e azul colocados em lista, dos vãos de porta e janela, conferem ao conjunto uma unidade estética dinâmica.

Como elemento decorativo de relevo destaca-se o busto em pedra do rei D. Luís, acompanhado da inscrição \"Escola Monumento D. Luís I\", que dinamiza e centraliza a fachada principal. Tem o escudo nacional ao centro, rodeado por altos-relevos de flores e figuras mitológicas conjuntas de águia e dragão que transportam ramos de carvalho e loureiro, símbolos da força e da imortalidade. Aqui funciona, desde 2017, A AiR 351, a primeira organização em Portugal exclusivamente dedicada ao acolhimento de artistas internacionais na área das Artes Visuais.

Escola Monumento D Luis I

Projetada segundo o modelo concebido pelo arquiteto Adães Bermudes, a Escola Monumento D. Luís I foi edificada em 1902. O edifício é constituído por um corpo central quadrangular e por dois corpos laterais simétricos. No corpo central encontrava-se a área de habitação para o professor, dotada de cozinha e quatro divisões, uma das quais com comunicação às salas de aula, que se desenvolviam nos corpos laterais e também dispunham de áreas de acolhimento e vestiários. O alçado tardoz é alpendrado, permitindo uma área de recreio coberto e o acesso às instalações sanitárias.
Na fachada principal, a entrada para as salas de aula é assinalada por um pórtico coroado por uma sineira retangular em pedra. Junto ao beirado desenvolve-se uma interessante linha de azulejos Arte Nova, com motivos florais em azul, branco, verde e amarelo que, em conjunto com os azulejos branco e azul colocados em lista, dos vãos de porta e janela, conferem ao conjunto uma unidade estética dinâmica.

Como elemento decorativo de relevo destaca-se o busto em pedra do rei D. Luís, acompanhado da inscrição \"Escola Monumento D. Luís I\", que dinamiza e centraliza a fachada principal. Tem o escudo nacional ao centro, rodeado por altos-relevos de flores e figuras mitológicas conjuntas de águia e dragão que transportam ramos de carvalho e loureiro, símbolos da força e da imortalidade. Aqui funciona, desde 2017, A AiR 351, a primeira organização em Portugal exclusivamente dedicada ao acolhimento de artistas internacionais na área das Artes Visuais.

Escola Monumento D Luis I

Projetada segundo o modelo concebido pelo arquiteto Adães Bermudes, a Escola Monumento D. Luís I foi edificada em 1902. O edifício é constituído por um corpo central quadrangular e por dois corpos laterais simétricos. No corpo central encontrava-se a área de habitação para o professor, dotada de cozinha e quatro divisões, uma das quais com comunicação às salas de aula, que se desenvolviam nos corpos laterais e também dispunham de áreas de acolhimento e vestiários. O alçado tardoz é alpendrado, permitindo uma área de recreio coberto e o acesso às instalações sanitárias.
Na fachada principal, a entrada para as salas de aula é assinalada por um pórtico coroado por uma sineira retangular em pedra. Junto ao beirado desenvolve-se uma interessante linha de azulejos Arte Nova, com motivos florais em azul, branco, verde e amarelo que, em conjunto com os azulejos branco e azul colocados em lista, dos vãos de porta e janela, conferem ao conjunto uma unidade estética dinâmica.

Como elemento decorativo de relevo destaca-se o busto em pedra do rei D. Luís, acompanhado da inscrição \"Escola Monumento D. Luís I\", que dinamiza e centraliza a fachada principal. Tem o escudo nacional ao centro, rodeado por altos-relevos de flores e figuras mitológicas conjuntas de águia e dragão que transportam ramos de carvalho e loureiro, símbolos da força e da imortalidade. Aqui funciona, desde 2017, A AiR 351, a primeira organização em Portugal exclusivamente dedicada ao acolhimento de artistas internacionais na área das Artes Visuais.

Cascais, Estação de Comboios

Edifício da Estação de Comboios em Cascais.

Cascais, Edifício Nautico

O novo Edifício Nautico, junto à estação de comboios em Cascais

Hotel Baía

Fachada do Hotel Baía, em frente à praia dos pescadores.

Cascais, Largo da Assunção

Largo da Assunção, em frente à Cidadela de Cascais, com a Igreja Paroquial de Nossa Sra da Assunção.