O Pato

Ele vai ao café, pela man­hã, como todos nós.

Entra e olha-nos na cara como quem diz:
- Então hoje não há pão?

E assim que o Arman­do se dirige à coz­in­ha, a cau­da (se é assim que lhe pos­so chamar) agi­ta-se entre a esquer­da e a dire­i­ta.

Des­ta vez encon­trei-o cá fora, cumpri­mentei-o e, como para já o artº 13 não o atinge, tirei-lhe umas fotos.

Ele é o Pato! Não o Octávio, mas igual­mente famoso, no nos­so café.